quinta-feira, 28 de abril de 2016

" Quero manter longe de mim tudo e todos aqueles que se vestem do que empobrece a alma: A maldade, a mentira, a inveja, o desrespeito, o egoísmo, a hipocrisia. Exalto o riso, o sossego, a reciprocidade, o colorido, o peito aberto. Dispenso os medos, as metades, o vazio, a insegurança..." Yohana Sanfer

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

MIRIAM E ARIEL SÃO CALOTEIROS NA PRAIA GRANDE - SP

Miriam e Ariel, são mãe e filho, eles dão calote na Praia Grande, SP
Eles compram móveis usados, vão retirar e depois não pagam.
Usam nota fiscal da Loja Rancho Brasil Móveis Rústicos.
A loja era situada na Av. Kennedy, 2502, atualmente sumiram de lá.
Quem tiver sido lesado façam B.O. como eu fiz.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

"Um outro olhar sobre as relações".


A vida é feita de encontros... e desencontros. Aliás, mais desencontros do que encontros. Porém, eles são imprescindíveis em nossa vida. Alguns acontecem de forma breve, num único encontro, onde conhecemos uma pessoa e trocamos algumas idéias e sorrisos ou trocamos olhares e palavras mais agressivas, mas começam e terminam ali mesmo. Outros, independentemente de como começam, são mais duradouros ou "para toda a vida".

Não importa se seja breve ou duradouro, bom ou ruim, cada encontro tem seu significado e importância em nossa vida. Só que nós não conseguimos perceber essa importância, agimos de forma tão mecânica e alheia à realidade, que não estamos atentos o suficiente para percebermos a magnitude do significado de cada encontro.

Algumas pessoas, que encontramos uma única vez, às vezes, são portadoras de "respostas" que estamos buscando há tempos, independentemente se, nessa breve interação, trocamos alegrias ou farpas.

Toda interação contém uma troca energética e é na energia que está contida a realidade do sentido de todos os encontros. Essas trocas sempre nos trazem informações preciosas que nosso Eu Real está tentando nos transmitir, mas não estamos conseguindo captar, e ele busca formas de fazer com que isso aconteça, dentro de suas limitadas possibilidades de expressão. Geralmente, seus esforços são em vão.

O problema é que, por estarmos embotados em nossos sentimentos e sentidos, não conseguimos captar a expressão da divindade do outro, que está sendo emanada em nossa direção, nos trazendo orientação ou um sinal que tanto estamos esperando. É na sutileza, nas entrelinhas que estão contidas informações preciosas que estamos precisando receber. Mas se estamos presos e entregues à mente racional e sabotadora que nos impede de "enxergar" a magnitude que existe na dinâmica oculta dos encontros, não conseguimos aproveitar a oportunidade e continuamos sem nossas respostas.

Em alguns encontros, a situação pode ser até mesmo de estresse, como por exemplo, numa situação de trânsito, onde possamos sentir muita raiva do outro e vir a trocar ofensas. Mesmo neste contexto, poderão estar contidas nossas respostas. Apesar de não ser o tipo de interação ideal, trocar ofensas e energia de raiva, isso poderá nos mostrar o quanto somos agressivos e intolerantes. Se tivermos um grau de atenção sobre nós, disposição, responsabilidade e boa vontade, isto poderá nos levar a um olhar para dentro de nós, a buscar uma compreensão do motivo que nos levou a externar tamanha agressividade. Por trás da agressividade, estarão contidos muitos dos motivos pelos quais contemos raiva, intolerância, dificuldade em lidar com a vida, etc e, também, muitos dos valores do nosso Eu Real, que estão aprisionados por trás dessa negatividade e não tem liberdade de se manifestar.

Se estendermos este mesmo conceito sobre os encontros que se transformam em relacionamentos, poderemos perceber que, nas dificuldades existentes em qualquer relacionamento, estão contidas as oportunidades para o autoconhecimento, pois poderemos aproveitar para nos descobrirmos no outro, usando-o como um espelho para nós, percebendo o quanto somos iguais; ou poderemos observar que nas diferenças e naquilo que não suportamos no outro, significa que contemos esses mesmos aspectos dentro de nós, e é por isso que os abominamos. Enfim, com as dificuldades, poderemos descobrir quem realmente somos, quais aspectos negativos carregamos, qual é a nossa realidade divina e, se tivermos esse olhar sobre a realidade e preciosidade dos relacionamentos, se nos aprofundarmos de verdade, poderemos descobrir respostas ainda mais preciosas, como por exemplo, o que "viemos fazer nesta vida", qual a nossa missão.

É somente no mergulho para dentro de nós, que encontraremos todas as nossas soluções, verdades e caminhos. Mas, se em uma briga, resolvermos ficar na posição confortável de vítima, sempre apontando os erros e defeitos do outro, sempre nos eximindo de qualquer responsabilidade dentro do que acontece, cobrando mudança do outro, sem reconhecer e aceitar que também devemos mudar, ao invés de usarmos o conteúdo da briga, para nos conhecermos mais a fundo, buscando a nossa responsabilidade dentro do que acontece, estaremos sempre nos mantendo em desequilíbrio e contribuindo para o desequilíbrio do outro.

Claro que não estou incentivando as brigas, mas como elas são inevitáveis até que encontremos o equilíbrio dentro da relação, então deveremos mudar nosso olhar sobre o significado das brigas e das pessoas com as quais convivemos. Passaremos a ver a beleza até mesmo nas dificuldades criadas.

Aprenderemos a nos conhecer e a nos aceitar como somos e, conseqüentemente, passaremos a conhecer o outro mais verdadeiramente e aprenderemos a aceitá-lo em sua totalidade. Conseguiremos enxergar a divindade do outro, mesmo com todas as suas negatividades.

De nada adianta querermos nos afastar das pessoas com as quais temos dificuldades - caso estas pessoas sejam importantes e façam sentido em nossa vida -, pois estas são verdadeiras oportunidades para nosso crescimento e desenvolvimento.

Quanto mais mergulharmos nas profundezas de nosso inconsciente, mais teremos condições de expandir nossa consciência. Em outra linguagem, como forma de expressar este conceito, poderia dizer que: quanto mais descemos em nosso inconsciente, mais subimos em nossa ascensão.

Mas este caminho requer coragem, determinação, humildade, boa vontade e, principalmente, responsabilidade. E então, você está disposto?






Por Teresa Cristina Pascotto
FONTE: www.somostodosum.ig.com.br

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Confiar Um No Outro, Essencial Para Um Amor...‏


Poucos são os casais que vivem em concórdia, num relacionamento que crie condições para que ambos cresçam emocional e intelectualmente. Mas, porque existem alguns casais que vivem em harmonia, devemos nos empenhar para também fazermos parte dessa minoria privilegiada.

Hoje quero me dedicar a um aspecto essencial das boas relações amorosas que é o desenvolvimento da confiança recíproca. Amar implica depender, estar na mão de outra pessoa. Ela tem, mais do que ninguém, o poder de nos fazer sofrer. Basta querer nos magoar que conseguirá isso, com uma simples palavra ou gesto. Se quiser nos fazer sentir insegurança, não terá problema algum. Fica mais do que evidente que, quando uma pessoa ama alguém que não se empenha em despertar a sensação de confiança e de lealdade, ela irá padecer muito.

Irá se sentir permanentemente ameaçada, terá ciúme de tudo e de todos. Amar alguém que não nos passa confiança é, pois, uma irresponsabilidade para consigo mesmo. É uma ousadia, uma ingenuidade e uma grande demonstração de imaturidade emocional – ou sinal de que se tem satisfação com o sofrimento.

Em geral as pessoas se colocam nessa condição em virtude de terem se encantado com alguém que, de fato, não dá sinais de confiabilidade. Aceitam essa atitude egoísta do amado imaginando que seja uma fase, um período doloroso que irá passar com o tempo. Fazem tudo para demonstrar o seu amor, para cativar o outro e esperam que isso faça com que, finalmente, ele se renda, e também se entregue de corpo e alma à relação afetiva.

Acaba se compondo uma espécie de desafio, em que aquele que não é confiável percebe que recebe mais atenções e carinho exatamente por agir dessa forma. Com isso se perpetua a situação e me parece bobagem achar que o futuro será diferente do presente. Afinal de contas, aquele que não se entrega ao amor, acaba sendo altamente recompensado por isso e não terá nenhuma tendência para alterar sua atitude.

Quando a “mágica” do encantamento amoroso não vem acompanhada da “mágica” da confiança a pessoa está posta numa situação muito difícil, na qual o sofrimento e insegurança serão as emoções mais constantes. E essa “mágica” da confiança de onde ela vem?

De vários fatores, sendo que o primeiro deles depende do comportamento da pessoa amada. Não é possível confiarmos numa pessoa que mente, a não ser que queiramos nos iludir e tentemos achar desculpas para não perder o encantamento por ela. Não é possível confiarmos em pessoas cujo comportamento não está de acordo com suas palavras e suas afirmações.

Aliás, quando o discurso não combina com as atitudes, penso que devemos tomar essas últimas como expressão da verdadeira natureza da pessoa. Não é possível confiarmos em pessoas que mudam de opinião com a mesma velocidade com que mudamos de roupa. É evidente que todos nós, ao longo dos anos, atualizamos nossos pontos de vista. Porém, acreditar em certos conceitos num dia – na frente de certas pessoas – e defender conceitos opostos no outro – diante de outras pessoas – significa que não se tem opinião firme sobre nada e que se quer apenas estar de bem com todo mundo. Amar uma pessoa assim é, do ponto de vista da autopreservação, uma temeridade.

A capacidade de confiar depende também de como funciona o mundo interior daquele que ama e não apenas da forma de ser e de agir do amado. Não são raras as pessoas que não conseguem desenvolver a sensação de confiança em virtude de uma auto-estima muito baixa. Desconfiam da capacidade que têm de despertar e conservar o amor da outra pessoa; se sentem inseguras, acham que a qualquer momento podem ser trocadas por criaturas mais atraentes e ricas de encantos. E, o que é mais grave, se sentem assim mesmo quando recebem, sinais constantes, coerentes e persistentes de lealdade por parte da pessoa amada. Nesses casos, não há o que essa criatura possa fazer para atenuar o desconforto daquelas, cuja única saída é um sério mergulho interior em busca de resgatar a auto-estima e a autoconfiança perdidas em algum lugar do passado.

Finalmente, para uma pessoa desenvolver a capacidade de confiar é necessário que ela seja uma criatura confiável. Costumamos avaliar as outras pessoas tomando por base nossa própria maneira de ser. Se nos sabemos mentirosos, capazes de deslealdade e de desrespeito aos outros, como ter certeza de que as outras pessoas não farão o mesmo conosco? Só aquele que tem firmeza interior, que tem confiança em si mesmo no sentido de respeitar as regras de conduta nas quais acredita, pode imaginar que existam pessoa em condições de agir da mesma forma. Se a felicidade sentimental depende do estabelecimento da confiança recíproca, ela será, pois, um privilégio das pessoas íntegras e de caráter.

Flávio Gikovate

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

"Insegurança"



Uma das condições que mais acentuam a nossa insegurança é o estado de paixão, pois quanto maior ele for, mais intensamente passamos a temer a perda do objeto amado.

O amor, -por mais desejado que seja em nossa vida-, é algo que nos torna frágeis, principalmente se não tivermos uma auto-estima sólida. Somente quando o sentimento de sermos completos está presente, num estágio anterior ao da paixão, é que conseguimos nos entregar a este sentimento e permanecer imunes ao medo.

Então, podemos ver no outro alguém que vem para nos complementar, para tornar a vida mais alegre e plena, e não um apoio sem o qual nos sentimos vazios e incapazes de sobreviver.

A entrega destemida ao sentimento do amor, só se torna possível se formos totalmente fiéis à nossa própria essência, aceitando apenas relacionamentos em que nossas necessidades sejam respeitadas.

A insegurança é o resultado de uma vida em que nossas qualidades não foram suficientemente reconhecidas, ou, ao contrário, foram ignoradas ou pouco estimuladas.

Agora, cabe a nós, reconstruir este sentimento através de um trabalho paciente de autoconhecimento e do enfrentamento de nossos temores. Se conseguirmos nos manter atentos aos pensamentos negativos que cultivamos acerca de nossa própria identidade, vamos aos poucos alcançando um sentimento de confiança que se tornará cada dia mais sólido.

"A fragilidade do amor
...O amor é muito frágil, muito delicado. Você precisa ser muito cuidadoso e cauteloso com ele. Você pode causar um tal dano, que o outro se fecha, fica defensivo. Se você estiver brigando muito, seu parceiro começará a escapar; vai se tornar cada vez mais frio e fechado, de modo a não ficar mais vulnerável a seu ataque. Então, você o atacará ainda mais, porque você resistirá a essa frieza. Isso pode se tornar um círculo vicioso,e é assim que pessoas enamoradas pouco a pouco se separam. Elas se afastam uma da outra e acham que a outra foi a responsável, que a outra a traiu.

Na verdade, como percebo, nenhuma pessoa enamorada jamais traiu alguém. É somente a ignorância que mata o amor. Ambas queriam ficar juntas, mas ambas eram ignorantes. A ignorância delas fez com que entrassem em jogos psicológicos, e esses jogos se multiplicaram. Pouco a pouco elas vão se afastando. Então elas acham que o amor é perigoso.

O amor não é perigoso. Apenas a inconsciência é perigosa.
Há muitas pessoas que evitam o amor simplesmente para estar em chão seguro. Há pessoas que não querem se comprometer em nenhum relacionamento porque elas sabem que uma vez que você esteja comprometido e mais próximo, começam as brigas, começam as resistências e as coisas feias começam a borbulhar - então, pra quê?

No máximo elas ficam interessadas em relacionamentos sexuais, mas não em intimidade. E a menos que um relacionamento se torne íntimo e profundo, você nunca saberá o que é um relacionamento. Um relacionamento simplesmente sexual é uma coisa periférica e isso nunca o satisfará".
Osho, Beloved of my Heart.


Elisabeth Cavalcante

FONTE: somostodosum.ig.com.br

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Ser feliz é tudo...


Cada dia que amanhece é uma página em branco, para que possamos escrever mais um capítulo da nossa própria história.

É uma oportunidade renovada pelo Criador, para que conquistemos nosso objetivo maior, que é ser feliz.

Afinal, quem não deseja ser feliz?

Para dar uma pequena ajuda, anotamos algumas atitudes que vão ajudar você a encontrar sua felicidade:

Aceite-se tal como você é, incondicionalmente.

Você não é o tamanho da sua conta bancária, o bairro onde mora, a roupa que usa ou o tipo de trabalho que faz.

Você é, como todo mundo, uma mistura extremamente complexa de capacidades e limitações.

Goste daquilo que você tem.

Valorizar o que se tem - em vez de lastimar-se pelo que não se tem ou não se pode ter - leva a uma felicidade maior.

Compreenda que a satisfação completa não existe.

Se você acha que é possível ter uma vida perfeita, viverá em eterna frustração.

Altos e baixos, alegria e tristeza, entusiasmo e decepção são partes integrantes da existência. Lute sempre para melhorar e alegre-se com suas conquistas.

A sua vida tem um propósito e um sentido.

Você não está aqui apenas para preencher um espaço ou ser um figurante no filme de outra pessoa.

O mundo seria diferente se você não existisse. Cada lugar onde você esteve e cada pessoa com quem você já falou seriam diferentes sem você.

Os acontecimentos são temporários. O tempo realmente cura tudo. Nossas decepções são importantes e sérias, mas a tristeza passa e a vida nos leva por novos caminhos. Dê tempo ao tempo. Não esqueça de se divertir

Reserve, todos os dias, algum tempo para se divertir, rir e relaxar a mente.

Seja flexível.

Muitas vezes, quando queremos estar na companhia de nossos amigos e parentes, queremos que as coisas aconteçam exatamente como desejamos. Se todas as pessoas lidassem com as relações dessa maneira, ninguém se sentiria feliz.

Seja seu próprio fã.

Precisamos confiar em nós mesmos com força e constância. Quando sentir desânimo, reconheça-o, mas não se entregue a ele. Procure supera-lo e seguir em frente.

Abra-se para novas idéias. Nunca pare de aprender e de se adaptar. O mundo está sempre mudando. Não deixe sua vida girar em torno de uma coisa só. A vida é feita de muitas facetas diferentes.

A obsessão por alguma coisa nos torna incapazes de usufruir outras e nos faz perder oportunidades de beleza e alegria.

Você não tem que vencer sempre.

As pessoas ultracompetitivas, que precisam vencer sempre, terminam usufruindo menos as coisas. Quando perdem, ficam muito frustradas, e, quando ganham, era isso o que esperavam, de qualquer modo. Sobretudo não se harmonizam com o ritmo natural da vida, que é feito de ganhos e perdas.

Não se concentre nas tragédias do mundo, mas em suas esperanças.

Muitas coisas tristes acontecem em nosso mundo, mas, em vez de concentrar-se nelas, tenha esperança no futuro. Pense em quantos avanços já houve e no potencial do mundo.

Se você tiver esperança, sentirá estímulo e contribuirá para as mudanças. Se sua perspectiva for pessimista, achará que não adianta fazer nada e perderá o ânimo.

Preste atenção. Você talvez tenha o que deseja.

A tendência humana é sempre querer mais. Por isso é tão importante nos darmos conta do que temos e do que conseguimos alcançar durante a vida.

Essas são apenas algumas atitudes que podem ajudar você a escrever uma história diferente a partir de hoje.

Foram extraídas do livro "os 100 segredos das pessoas felizes", e são resultado de pesquisas feitas pelo dr. David Niven, Ph.D. que dá aulas na Florida Atlantic University.

Por suas pesquisas o autor recebeu prêmios da Universidade Estadual de Ohio e da Universidade de Harvard.

Se você deseja realmente ser feliz, vale a pena anotar essas dicas e vive-las.

Nós estaremos torcendo por você...
Equipe de Redação do Momento Espírita, extraído do livro: "Os 100 segredos das pessoas felizes", de David Niven - Ed. Sextante.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Você sabe quando está sendo assediado espiritualmente?


Num artigo anterior "Embate espiritual: uma guerra silenciosa e desigual", expliquei que a maioria de meus pacientes não percebe que está sendo assediado espiritualmente, tal o grau de sutileza dessa enfermidade da alma. Expliquei ainda, que a minha experiência com a TER (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual(ser desencarnado, diretamente responsável pela nossa evolução espiritual) - Abordagem psicológica e espiritual breve, criada por mim, me levou a constatar que 90% de meus pacientes têm uma causa espiritual (obsessão espiritual) na gênese de seus problemas, e apenas 10% a causa é puramente psicológica, não havendo, portanto, nenhuma interferência de ordem espiritual. Sendo assim, essa terapia, a TRE, é um embate espiritual entre os seres da luz e das trevas, uma guerra silenciosa e desigual, pois os seres das trevas se aproveitam de seu estado de invisibilidade (somente as pessoas que têm clarividência conseguem vê-los) para prejudicar, sabotar a vida do paciente. Por isso, é muito raro o paciente perceber que está sendo assediado espiritualmente.

Quero esclarecer nesse artigo, que existem 3 grupos de espíritos obsessores:
1º) Desafetos: é o grupo clássico, conhecido da maioria das pessoas - são seres desencarnados, inimigos do paciente, por tê-los prejudicado no passado, seja nesta ou em outras vidas, movido a ódio e vingança, querem ajustar as contas com o paciente;

2º) Iludidos: assim denominei, por dois motivos: a) Não têm consciência, ainda não "caiu a ficha" que morreram, que estão desencarnados, que não pertencem mais ao mundo dos vivos, dos encarnados; b) Muitos têm consciência que morreram, mas não conseguem ir para a luz, pois ainda estão apegados ao paciente. São também obsessores - embora não sejam inimigos - porque com a presença deles na vida do paciente, acabam prejudicando-o. Em sua maioria, são parentes do paciente (pai, mãe, irmão, tio, avós, etc.) ou alguém de sua vida passada que tem uma ligação muito forte (marido, esposa, filho, etc.).

3º) Legião das trevas: os trabalhadores da luz, a serviço da luz, que buscam auxiliar o próximo da ação nefasta dos seres das trevas, obviamente, estão indo contra, ferindo os interesses do Astral inferior, da Legião das trevas. Por isso, os médiuns que ajudam os obsediados em trabalhos de desobsessão espiritual nos Centros Espíritas, ou mesmo no meu caso, que venho ajudando em meu consultório milhares de pacientes a se libertarem de seus obsessores espirituais, somos alvos também de assédio dos seres das trevas, que querem nos desestabilizar, assediando até mesmo os nossos familiares quando não conseguem nos atingir.

Somos assim espreitados, analisados, meticulosamente estudados para pegarem o nosso ponto fraco, vulnerável, que são as nossas imperfeições morais e maus hábitos - trazidos de outras encarnações - e, com isso, ao nos atacar espiritualmente, buscam alcançar o seu intento: fazer com que desistamos de cumprir a nossa missão de ajudar o próximo. Portanto, para que as trevas atinjam o seu objetivo, tudo é válido, todas as armas são utilizadas para desestabilizarem as nossas vidas, deixando-nos nervosos, distorcendo a percepção de nossa realidade, causando discórdias, sofrimento, tristeza, doenças, problemas de relacionamento com os familiares, cônjuges, no trabalho, em nossas relações sociais, ou mesmo no financeiro. Mas em todas as formas de obsessão espiritual, seguramente, a prece e a reforma íntima (trabalho interior para modificarmos as nossas imperfeições morais e maus hábitos, acima mencionados) são os melhores instrumentos para neutralizarmos as ações nefastas dos seres das trevas.
A seguir, veja o caso de uma paciente, uma médium, que trabalhava em desobsessão num Centro Espírita, cuja vida estava toda bloqueada, por conta da interferência da Legião das trevas.

Caso Clínico:
Vida bloqueada
Mulher de 30 anos, solteira

A paciente veio ao meu consultório se queixando de dores constantes na nuca e nas costas (são um dos sintomas mais comuns de uma obsessão espiritual). Ela me disse também que todos os aparelhos eletrodomésticos de sua casa estavam queimados, e até mesmo ao sair de carro, ele não pegava, pois a bateria estava arriada. Não conseguia prosperar (recebia o dinheiro e ele sumia) e, com isso, não juntava dinheiro.
Havia períodos em sua vida em que tudo dava certo; de repente, tudo desandava novamente. Seus relacionamentos amorosos, no início iam bem, mas depois seus parceiros sumiam, sem dar uma justificativa. Alguns chegavam a ficar impotentes sexualmente. Ao dormir, seres das trevas se passavam por sua avó, perguntando-lhe se queria ir para o outro lado (plano espiritual) e ao despertar viu uma fumaça escura (é o perispírito - corpo espiritual - do ser das trevas) saindo de seu quarto, indo embora. Ela já havia trabalhado como médium de cura e de desmanche de magia negra num Centro Kardecista e de Umbanda. Por último, me relatou que muitos acontecimentos negativos ocorreram antes de vir ao meu consultório (é bastante comum a legião das trevas boicotar, criando obstáculos para que o paciente não venha ao meu consultório). Vinham também pensamentos de suicídio pelo fato de sua vida estar toda bloqueada.

Ao regredir, a paciente me disse: "Vejo uma luz amarelada, irradiando como um sol, e perto dela, uma sombra, um ser das trevas em forma de um morcego (chamamos de zoantropia quando um ser das trevas, um obsessor espiritual, transforma-se, plasma na figura de um animal para atemorizar o paciente). É um morcego gigante, com chifres e asas grandes".

- Pede para esse ser espiritual se identificar - Peço à paciente.
"Diz que o nome dele é Legião". (pausa).

- Pergunte-lhe qual o motivo de estar aqui no consultório - Peço novamente à paciente.
"Fala que não quer que eu trabalhe para o bem, que vai destruir a minha missão e a sua também, Dr. Osvaldo. Diz que tem inveja de mim porque onde vou irradio muita luz. Diz ainda, que no passado eu curava as pessoas com a minha luz, e que eu fazia parte dos Cavaleiros Templários (a Ordem dos Cavaleiros Templários foi criada em 1118, na cidade de Jerusalém, e fizeram votos de pobreza, castidade e de fé em Cristo. A história diz também que eles ficaram com a tutela do Santo Graal, o cálice onde foi coletado o sangue de Jesus na Cruz, e o mesmo que foi usado na última ceia). Ele fala também que estava infiltrado na Ordem dos Templários, mas que fazia parte, ou seja, estava a serviço das trevas. Diz que faz parte da falange de Lúcifer".
Na sessão seguinte (2ª sessão), antes de iniciarmos a sessão de regressão, a paciente me disse que estava fazendo a limpeza espiritual dos 21 dias - conforme lhe pedi -, mas teve dificuldade de se concentrar, e que veio em pensamento para não vir à consulta. Só vinham pensamentos ruins, sentia muita irritação, peso na nuca, como se alguém estivesse se apoiando nela (na verdade, a paciente estava sendo obsidiada).

Ao regredir, ela me relatou: "Vejo um túnel - o lado direito está iluminado e o esquerdo está escuro (ela estava descrevendo a luz e as trevas).
No lado direito, vejo uma mesa, um altar com detalhes dourados e dois Apóstolos de Cristo. Ambos usam uma túnica vermelha com bordados dourados, e o lado esquerdo, há duas sombras... São duas silhuetas humanas escuras, com capa e túnica preta que cobre os seus rostos (seres das trevas). (pausa).
Um dos Apóstolos é ruivo, branco, usa barba e debaixo de sua túnica vermelha tem uma vestimenta branca. O outro Apóstolo é mais moreno, usa também a mesma vestimenta branca, debaixo da túnica vermelha. Ainda do lado direito, tenho a impressão de ver uma igreja, uma arquitetura romana, e do lado esquerdo, uma caverna escura (trevas).

Estão falando que um dos Apóstolos é o João e o outro é o Felipe, e o lado esquerdo, é a Legião. (pausa).
O Apóstolo João diz: "Eu sou um soldado, um guerreiro. É a minha missão, sempre foi e sempre será, guerrear contra as trevas. A luta é longa e o caminho é cheio de espinhos. Não se pode desistir, porque sou um soldado de Cristo... Ele está vendo a sua luta, sabe o que você está passando" (paciente fala chorando). (pausa).
Agora, é o Apóstolo Felipe que diz: "Não esmoreça, aprenda a usar as armas que traz de todas suas vidas. Você sempre teve o selo de Cristo, teve também o selo de Arcanjo Miguel.
Cristo está contigo em sua caminhada. Aprenda a usar - através dos trabalhos espirituais - sua espada flamejante e o seu cavalo espiritual que está à sua disposição para guerrear contigo. O seu escudo mágico também está à espera de suas mãos. Use sua força espiritual, vá em frente com Cristo!
Os Cavaleiros Templários formam uma egrégora de você e do Dr.Osvaldo. Sigam em frente!

Você não veio ao consultório por acaso, mas veio também para transmitir essa mensagem ao Dr. Osvaldo e tenho certeza de que a nova geração de espíritos que irão reencarnar virão também com a luz e o selo de Cristo para dar continuidade ao trabalho de vocês. Não esmoreça, a Nova Era está chegando. O mal vai ser banido da Terra. Preparem-se e preparem os próximos também, seus semelhantes aí na Terra. Haverá muita dor e ranger de dentes, mas não temam porque a vontade de Deus se fará presente".
Agora, o Apóstolo João que diz: "Minha cabeça foi cortada, mas estou vivo em Cristo, e em nosso Deus, o Criador. Após milênios e milênios, sou prova viva que estou vivo.
Lutem, não esmoreçam, que a caminhada ainda é longa, os espinhos são muitos e a humanidade tem ainda muito a aprender, mas falta pouco!. Preparem-se para a Nova Era. Repito: não temam o que vier a acontecer, pois o espírito é maior que a carne, e tudo aí é passageiro.
Estamos felizes, eu e o Felipe, por essa oportunidade de estarmos transmitindo essa mensagem. Soldados estarão espalhados pelo Planeta - em prontidão - para que o bem faça a transição da Nova Era. Eduquem-se espiritualmente e ensinem àqueles que nada sabem. Jesus fez muitos prodígios e vocês, como seres guiados por Deus, podem fazer mais do que ele fez em sua época.

Dr. Osvaldo, prossiga a sua missão sem medo porque Cristo também está contigo. A partir dessa mensagem, eu e o Felipe, guardaremos a vida dessa moça. O caminho dela é restaurar a fé, sua espada, seu escudo, seu cavalo e apoderar do selo que possui. A coroa (chacra da coroa) dela é marcada pelo Astral. Por isso, a Legião das trevas a incomoda, não só materialmente, mas a afeta em todos os aspectos de sua vida. Peça para ela ter fé, se apoderar das armas que possui para vencer tudo isso. Desistir de viver, jamais! Pede também para ela cumprir a sua missão, através dos trabalhos no Centro Espírita, pois é o que está escrito em seu Livro da Vida. Tenham fé, os soldados já estão sendo enviados. A Legião das trevas vai ser aprisionada, não tenham medo, sigam com coragem! Fortaleçam sua fé! Fiquem com Deus!".

Na 3ª e última sessão, a paciente me relatou: "Vejo o mestre Jesus e o Apóstolo João juntos... O Apóstolo João está me revelando que é o meu mentor espiritual (paciente fala emocionada, chorando muito).
Vejo Jesus num portal de luz, e no peito dele, tem um formato de coração com detalhes dourados que refletem luz... Eu o vejo como numa imagem em 3D, com uma túnica branca. Ele sorri, mas não diz nada. João diz: "Não se assuste, sou eu mesmo o seu mentor espiritual. Jesus veio para lhe dizer que está contigo e abençoa os trabalhos espirituais que você desenvolverá. Venho aqui neste momento, apenas para ser o seu interlocutor. O que você está vendo à sua frente é o espectro de Jesus formado pela energia divina que emana de seu espírito. Ele está aparecendo dessa forma, em diversas partes do Planeta. Vários encarnados, como você nesse momento, estão vendo-o dessa forma. É como se fosse uma cúpula, numa reunião, com o seu chefe. (pausa).

Agora, prestemos atenção no que Jesus tem a falar: "Amados irmãos, vós sabeis quão dura é a luta! É chegado o momento para que todos vós fortaleçam a fé em mim para chegarem ao Criador. A luta com as trevas está no seu fim. Emanem a fé, a sabedoria, pois a cúpula dos milagres se abrirá em toda a parte do Planeta. Engrandecei-vos, pois logo estarei com todos vós!".

Agora, a imagem de Jesus sumiu... O apóstolo João está me dizendo: "Não fique espantada com a revelação de que sou seu mentor espiritual, pois isso é mais comum do que você imagina. Não somos seres intocáveis ou inacessíveis como ainda muitos crêem, pois se assim fosse, não seríamos dignos de representar Jesus e nem ao Pai Maior. O sol nasce para todos, e como Jesus, não distingo uma pessoa da outra, pois todos somos iguais perante Deus. Fortaleça a sua fé em 1º lugar, e por todo lugar que caminhares, sempre tenha Jesus à sua frente como um tutor dos seus objetivos. Continue o seu tratamento no Centro Espírita porque ainda há espíritos da Legião ao seu encalço. Lá eles vão terminar de aprisionar os seres das trevas. Sigam com Jesus!

Osvaldo Shimoda

A ajuda divina chega quando estamos dispostos a nos ajudar



Muitas vezes, ficamos reclamando e pedindo incessantemente a Deus que nos ajude, só que na verdade, geralmente, o pedido oculto é para que Ele nos salve. Queremos que um milagre aconteça para que possamos sair do buraco em que estamos -às vezes, é assim que nos sentimos-, sem que, para isso, precisemos fazer algum esforço. Acreditamos que fizemos tudo "direito", que não cometemos erros, que o que está nos acontecendo de ruim "não é nossa culpa" e, com isso, nos sentimos até mesmo vitimizados e excluídos dos Planos de Deus. Quanto mais acreditamos nisso, mais ficamos choramingando, reclamando e pedindo ajuda a "Deus e a todo mundo". Mas nunca estamos satisfeitos com a ajuda que recebemos, estamos sempre nos sentindo contrariados e não compreendidos. As pessoas que resolvem nos estender as mãos nunca o fazem da forma conforme gostaríamos e acabamos não aceitando ou não reconhecendo o apoio que nos oferecem. Desvalorizamos e desqualificamos toda a ajuda que não seja exatamente de acordo com o que queremos e acreditamos ser o que estamos precisando.

Isto ocorre porque nosso Ego acredita saber o que precisamos e como a ajuda deve ser e acontecer. Ele só quer que melhoremos e nos sintamos bem e felizes e, para isso, busca fórmulas mágicas, práticas e imediatas de trazer aquilo que ele, em sua ignorância, necessita. O Ego quer que o mundo à nossa volta mude, ele acredita que sempre fazemos tudo certo e que os outros são errados e querem nosso mau e, para mudar o mundo, ele quer que possamos encontrar meios de nos fortalecermos, através da ajuda, para manipularmos e controlarmos a tudo e a todos.

Se ficarmos presos a isso, só atrairemos as "ajudas erradas" e jamais estaremos prontos para receber a ajuda real e divina. E, quando esta bater à nossa porta, não a reconheceremos, pois estaremos com uma vibração tão negativa que não conseguiremos sentir e perceber a vibração divina e sutil que a real ajuda emana.

Mesmo porque, a ajuda divina, nem de longe é a ideal, para nosso Ego ignorante, arrogante e prepotente. Refiro-me ao Ego desta forma, quando ele está em uma condição de desequilíbrio, pois precisamos do Ego, mas desde que ele esteja saudável e alinhado ao nosso Eu Real, e atuando em parceria e sob o comando deste. Conseqüentemente, quando a ajuda divina chega, o Ego a rejeita e reclama mais intensamente. Normalmente, ela contém as condições e características que mexem com a nossa realidade interna, fazendo-nos sentir incômodo e até mesmo irritabilidade, em determinados contextos. Esta é uma reação do Ego tirano que não quer de verdade ser ajudado, só quer ser salvo, para continuar no poder e controlar o mundo ao seu bel prazer. Assim, ele a descartará ou, pior ainda, fará de tudo para nos afastar da dela, para não correr o risco de nosso coração se manifestar com a proximidade da vibração divina e nos fazer sentir e perceber que essa é a ajuda que de verdade precisamos. O coração nos dirá: Ela parece estranha, dará trabalho para sair disto e assumir a responsabilidade, mas é desta ajuda que preciso e que vou aceitar!

Mas o Ego abomina toda e qualquer possibilidade, mínima que seja, de que nosso coração se desperte diante de um apoio verdadeiro. O coração nos levará à entrega ao nosso Eu Real e, este sim, sabe que tipo de ajuda realmente precisamos.

Esta ajuda divina nos trará todas as condições iniciais necessárias para que possamos de verdade sair do atoleiro em que nos colocamos. Sim, nós nos colocamos, não é a vida nem ninguém que faz isso conosco. Portanto, aqui já deparamos com a auto-responsabilidade e esta nos dá trabalho e nos assusta. Aqui o Ego se defende e se manifesta, e nos faz sentir uma imensa preguiça e nos faz acreditar que será impossível sair do atoleiro através das opções de apoio apresentadas.

A ajuda divina nos mostra que o caminho verdadeiro que nos tirará do atoleiro, é o caminho para dentro. De qualquer forma que essa ajuda se manifeste, ela nos levará a olhar para dentro de nós para encontrarmos todas as respostas, aspectos negativos, verdades ocultas, conhecermos a nossa responsabilidade sobre tudo o que nos acontece e, principalmente, nos levará a encontrar todos os potenciais, capacidades, ferramentas e dons necessários, não só para sairmos do atoleiro, mas, principalmente, para darmos uma guinada em nossa vida e nunca mais retornarmos à condição lamentável em que estávamos.

Com isso, nossa consciência desperta para esta verdade, mas de uma forma que nos leva para além de um simples conceito -conforme estamos cansados de saber-, e nos leva a sentir essa verdade no fundo do nosso coração. Conseguiremos compreender com a alma o significado daquilo que viemos ouvindo por muito tempo, mas que nunca conseguíamos de fato trazer para nossa realidade divina e verdadeira, trazendo-nos, assim, as possibilidades de verdadeiramente efetuarmos mudanças e realizarmos nosso propósito de vida.

A ajuda divina nos mostrará que de nada adianta mantermos a condição anterior, de buscar ajuda da forma errada e sem querermos fazer nossa parte, e de nunca estarmos satisfeitos com o apoio que recebemos, sempre exigindo mais e mais das pessoas que nos ajudam, mas nunca aproveitando e apreciando o que nos oferecem. Ou fazemos a nossa parte e buscamos nossas realizações ou ficaremos eternamente atolados em nossas próprias armadilhas.

Se estivermos verdadeiramente dispostos e prontos a nos ajudar, a ajuda divina chegará e a reconheceremos imediatamente. E, principalmente, saberemos como aproveitá-la e como utilizá-la de forma sábia e proveitosa em nossa vida.

Deixo aqui uma sugestão: Ajude-se, tome uma atitude madura diante de si mesmo e só busque ajuda se, de verdade, estiver disposto a sair de suas dificuldades, com seus próprios recursos internos. O apoio que vier em verdade será apenas para te fazer acreditar mais em si mesmo para que prossiga com segurança e determinação.





Por Teresa Cristina Pascotto

"Relacionamentos cármicos"




Todos os relacionamentos proporcionam oportunidades para o desenvolvimento pessoal. Eles oferecem os obstáculos e as recompensas, os altos e os baixos, a experiência da participação pessoal que nos mostra como nos conflitamos com nossa filosofia de vida quando temos de viver aquilo que pregamos.

Quando há carma envolvido, tendemos a sentir uma falta de controle sobre o modo de reagir a esses eventos. Uma pessoa pode ver-se atuando em desacordo com a própria índole quando está pondo em ação e corrigindo certas qualidades de uma vida pregressa relacionadas com uma personalidade com a qual já não está conscientemente familiarizada. Carmicamente, essas qualidades devem ser desenvolvidas para que o indivíduo aprimore o seu contato com a vida presente.

O relacionamento cármico assume o tom de cada indivíduo, ao passo que desfaz as ilusões do outro. Mediante esse processo, alcança-se uma nova consciência, e um senso de leveza e liberdade pode ser experimentado à medida que o ônus do peso cármico é aliviado. É interessante que, em geral, o modelo cármico só é compreendido com clareza, depois que se aprendeu uma lição!

Um indivíduo pode lutar com dificuldades num relacionamento durante meses ou anos sem sequer compreender a natureza dessa luta. Só quando a dificuldade subjacente vem à superfície e é resolvida é que o ônus cármico efetivamente se dissolve. A recompensa para esse trabalho duro é a compreensão, e ela vem depois que entendemos o elo que interliga o resíduo da vida passada e o agora.

O carma tende a exprimir-se através de uma enfiada de experiências semelhantes que se manifestam num período de anos. Quando estabelecemos um relacionamento, geralmente é porque inconscientemente vemos algo no outro indivíduo que pode nos ajudar a resolver um problema cármico. Em outras palavras, atraímos quem necessitamos, numa época da vida em que estamos prontos para compreender. Assim, o antigo adágio "quando o aluno está pronto, o mestre aparece" é realmente o tom característico da razão e do modo como ocorrem os relacionamentos cármicos.

Todos os relacionamentos contêm um potencial para o desenvolvimento espiritual. Esteja ou não o carma envolvido, há oportunidade para cada pessoa experimentar um relacionamento espiritual. A corrente de cada vida pode dar muitas voltas, mas está sempre fluindo. Em alguns pontos, a água é mais profunda; em outros ela é rasa. Por vezes, a água é escura; outras vezes, sua claridade é como as profundezas da própria alma pura. A água não pensa no que possa ganhar ou perder enquanto nutre o solo; ela simplesmente está lá.

Se pudermos aprender a nutrir os outros em vez de apenas apegar-nos a nós mesmos, poderemos navegar sobre o carma em vez de naufragar sobre ele. Sempre que o rio da vida muda de direção, também o barco do carma o fará; nunca lutando contra a correnteza, mas fluindo com ela rumo a seu destino eterno.






Por Maria Isabel de Oliveira

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

As Diferenças entre Religião e Espiritualidade‏


A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que
fazer, querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: “aprende com o erro”.

A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e portanto é Deus.

A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência.

A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualide nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Mulher sozinha, virtude ou problema?



Ser sozinha no século XXI é mais uma opção pessoal do que a falta da mesma. Muitas mulheres atualmente fazem esse tipo de escolha. Principalmente, quando descobrem que não precisam trocar de mantenedor ou protetor após saírem da casa dos pais ou se divorciarem ou mesmo quando ficam viúvas. A mulher de hoje, muito mais facilmente percebe que pode estar no comando de sua própria vida.

O estar só, dentro deste contexto, pode significar um momento de entressafra onde a mulher, por opção, pode decidir se quer ou não ter um parceiro. A diferença brutal de antigamente para os dias atuais é que a mulher bem resolvida sabe que não necessita de um homem a tiracolo para ter um lugar no mundo. Ela mesma pode e faz o seu lugar, bem como seu status social. O mundo, agora, principalmente nas grandes metrópoles, não mais instiga, como antes, que a mulher seja submissa ou que tenha que depender de um homem para sustentá-la.

O fato de a mulher estar sozinha não implica numa circunstância de tempo de duração, mas, sim, no aspecto emocional e condicionamentos culturais. Note que isso não é uma apologia sobre os benefícios de se estar só. Tanto a mulher, como o homem, quando inteiros, podem escolher ter um companheiro de jornada autêntico, que não esteja embolado em meio a uma linha cruzada de projeções recíprocas embasadas nas necessidades pessoais de cada um.

Por outro lado, num processo de solidão involuntária, existe a oportunidade para que o sexo feminino dinamize o seu lugar no mundo, incluindo pesquisa acurada sobre si mesmo. Imagine-se num relacionamento de anos, algo abrupto ocorrendo onde repentina e inexoravelmente você se encontra só. O que fazer nessas ocasiões?

- O primeiro passo seria observar o quanto de si mesmo estava no parceiro e aos poucos ir resgatando pedaços cedidos. Simultaneamente, parar para refletir sobre o quanto vivia em função da relação. Por fim, buscar conhecer sua própria identidade que, na certa, independe de qualquer relacionamento. Essa jornada interior requer cuidado especial e amorosidade consigo mesmo, nunca pena.

Pesquisar gostos pessoais pode ser o prenúncio de um bom começo.

A solidão involuntária, seja por qual motivo tiver acontecido, é excelente momento para que um desenvolvimento interior mais profundo aconteça. Pode até ser um ponto de partida em que novas habilidades surjam e um preparo, dependendo da situação de vida, para que a mulher reveja o que deseja conquistar num próximo relacionamento.

Muitas vezes um processo terapêutico é bastante indicado no sentido de abrir amplo espaço para que o autoconhecimento se instale em meio a dinamismo e clareza. E em determinados casos, para que uma depressão maior não se instale. Não devemos desprezar as mudanças de vida. Se a pessoa tem uma identidade construída no outro, ficar só repentinamente pode ser desastroso. Equilibrar-se novamente requer tempo, necessidade de apoio e ajuda de amigos.Lembrando novamente que bom processo terapêutico também é bem vindo.

Uma das premissas para checar se a solidão passou dos níveis de suportabilidade é verificar como estão os contatos com amigos e outros. Se estes estiverem reduzidos demais, o alerta se faz importante. Quando se perde a motivação para sair, encontrar com pessoas ou atividades de interesse pessoal, também.
Além disso, ficar atenta o nível de alegria. Às vezes a pessoa pode estar deprimida, sem se dar conta. Não é porque não se encontra jogada numa cama, sem ânimo, que não se encontra em estado depressivo. A vida acontece em ambientes relacionais e sempre crescemos por intermédio das nossas relações. Momentos de solidão e de encontro consigo mesmo são extremamente importantes para que nós possamos dar significados a nós mesmos; quando em excesso, porém, esses mesmos significados, correm o risco de se perderem.
Tanto a solidão voluntária, como a involuntária pode ser um forte disparador de questionamentos a ponto de levar a mulher a se conhecer de modo diferenciado. As que pegam carona nesses questionamentos têm a oportunidade de construir fortalecimento inquebrantável. A questão é saber como trabalhar com o novo e saber tirar proveito.

Nós, mulheres, somos provedoras, não ao contrário, como nos foi ensinado. Isso me faz lembrar o livro de Rianne Eisler quando conta sobre nossa história e relata como nossas forças arquetípicas foram invertidas e que, agora, novamente estamos clamando e conquistando de volta nossos lugares primordiais.

Quem souber "pegar essa onda" e incorporar de volta o que já é nosso, pode se beneficiar tremendamente num caminho de capacitação e segurança de si mesmo, sem retrocessos. Como exemplo disso, em seu livro, Rianne revela que a mulher primitiva era muito reverenciada em todos os seus tempos de vida. Quando menstruava, freqüentemente, deixava escoar seu sangue na terra, para que a sua força pudesse arar dando boa colheita. Quando engravidava, a mesma força do seu sangue servia na crença popular, para alimentar o nenê que estava sendo gerado... E, finalmente, quando entrava na menopausa, seu sangue e poder permaneciam definitivamente com ela tornando-a, por conseqüência, a velha sábia a quem todos reverenciavam pedindo conselhos.

Cabe a nós, mulheres do século XXI, resgatarmos nossas raízes. Sozinha ou não, você está pronta? Habilite-se e procure o que for necessário para entrar em contato com a sua força matriz. Só não fique parada, busque, ouse e conquiste-se.


Silvia Malamud

(TEXTO EXTRAÍDO DO SITE: somostodosum.ig.com.br)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O Mundo sem Mulheres




O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra quê?

O sujeito quer ficar famoso pra quê?

O indivíduo malha, faz exercícios pra quê?

A verdade é que é a mulher o objetivo do homem.

Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função da mulher.

Vivem e pensam na mulher o dia inteiro, a vida inteira.

Se a mulher não existisse, o mundo não teria ido pra frente.

Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem, para conquistar sujeito igual a ele, de bigode e tudo. Um mundo só de homens seria o grande erro da criação. Já dizia a velha frase que "atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher''.
O dito está envelhecido. Hoje eu diria que 'na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'.
É você, mulher, quem impulsiona o mundo.

É você quem tem o poder, e não o homem.

É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias.

Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente de todos os homens.

E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher.

Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua. Só homens.

Já pensou?

Um casamento sem noiva?

Um mundo sem sogras?

Enfim, um mundo sem metas.


ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES:

1- O cheirinho é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.

2- O jeitinho que ela tem de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro, nosso peito...

3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.

4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito.

5- Como são encantadoras quando comem.

6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.

7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.

8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo.

9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.

10- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão.

11- O brilho nos olhos quando sorriem.

12- O jeito que tem de dizer 'Não vamos brigar mais, não..'

13- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.

14- O modo de nos beijarem quando dizemos 'eu te amo'.

15- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.

16- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.

17- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.

18- O jeitinho de dizerem 'estou com saudades'.

19- As saudades que sentimos delas.

20- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor.

(Texto supostamente de Arnaldo Jabour)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

"ORAÇÃO DAS MULHERES"


Um brinde aos nossos namorados que nos conquistaram,
aos sortudos que ainda
vão nos conhecer
e oas trouxas que nos
perderam.

Um brinde a nós,
mulheres maravilhosas,
absolutas e portadoras da sedução, que
nenhum filho da puta sabe dar valor!

Que os nossos sejam nossos,
que os delas sejam sempre nossos, que
os nossos nunca sejam delas, e que se
forem delas, que sejam brochas!!!

Bebo não é por vício, não é por nada,
bebo porque vejo no fundo deste copo a
imagem do homem amado…
MORRE AFOGADO
FILHO DA PUTA DESGRAÇADO!!!

Que os nossos
maridos sejam ricos,
que os nossos amantes sejam gostosos e
que eles nunca se encontrem
que a fonte nunca se seque
e que nossa sogra nunca se chame
Esperança pq Esperança é a última q/ morre!

Deus é 10, Romario é 11, wuisque é 12,
Zagallo é 13, e acima de 14
eu to pegando!

Que sobre, nunca nos falte,
e que a gente dê conta de todos,
Amém!
Assuntos: Amantes, Deus, Esperança, gente, Homem, Mulher, nós
Autor: Autor Desconhecido
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"ORAÇÃO DAS MULHERES"

Um brinde aos nossos namorados que nos conquistaram,
aos sortudos que ainda
vão nos conhecer
e oas trouxas que nos
perderam.

Um brinde a nós,
mulheres maravilhosas,
absolutas e portadoras da sedução, que
nenhum filho da puta sabe dar valor!

Que os nossos sejam nossos,
que os delas sejam sempre nossos, que
os nossos nunca sejam delas, e que se
forem delas, que sejam brochas!!!

Bebo não é por vício, não é por nada,
bebo porque vejo no fundo deste copo a
imagem do homem amado…
MORRE AFOGADO
FILHO DA PUTA DESGRAÇADO!!!

Que os nossos
maridos sejam ricos,
que os nossos amantes sejam gostosos e
que eles nunca se encontrem
que a fonte nunca se seque
e que nossa sogra nunca se chame
Esperança pq Esperança é a última q/ morre!

Deus é 10, Romario é 11, wuisque é 12,
Zagallo é 13, e acima de 14
eu to pegando!

Que sobre, nunca nos falte,
e que a gente dê conta de todos,
Amém!
Assuntos: Amantes, Deus, Esperança, gente, Homem, Mulher, nós
Autor: Autor Desconhecido

"Problemas na convivência"


Conta-se que, há muitos e muitos anos, durante uma era glacial, quando parte da Terra esteve coberta por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio e morreram.

No entanto, um grande grupo de porcos-espinhos buscou uma maneira diferente para enfrentar o frio e sobreviver.

Os animais concordaram em unir-se, ajuntar-se mais e mais na tentativa de se protegerem mutuamente. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro e, todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se e aqueciam-se, enfrentando por mais tempo aquele inverno rigoroso.

Porém, a tentativa não durou por muito tempo. Os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que forneciam mais calor, aquele calor vital, que era, naquele momento, questão de vida ou morte.

E, por esse motivo, afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Distanciaram-se uns dos outros por não suportarem por mais tempo os espinhos de seus semelhantes, porque, afinal, doía muito...

Mas essa não foi a melhor solução...

Longe uns dos outros, separados entre si, logo começaram a morrer congelados.

Todavia, os mais espertos decidiram se reaproximar pouco a pouco, com jeito, com muito cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservasse uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem machucar, sem se causarem ferimentos recíprocos.

E foi assim que, suportando-se uns aos outros, resistiram à longa era glacial e sobreviveram...

***

A fábula é singela, mas traz em seu conteúdo motivos de profundas reflexões, se comparada à nossa convivência diária.

O ser humano é um ser gregário, ou seja, criado para viver em sociedade.

Se assim não fosse, Deus, que é a inteligência suprema do universo, teria distribuído os indivíduos de maneira a que todos ficassem isolados, sem nenhum contato.

Mas, então, por que razão a convivência é tão difícil?

Fazendo uma comparação com os animaizinhos da fábula, talvez cheguemos à conclusão de que a dificuldade está justamente em nossos espinhos morais e em nosso egoísmo.

Porque ainda somos muito egoístas, não aceitamos que as pessoas, com as quais convivemos, ajam de maneira diferente daquela que nós queremos que ajam.

Queremos moldá-las à nossa maneira de pensar, de agir, de falar, de se portar, e, até mesmo, de se vestir.

E quando essas pessoas não aceitam a nossa ingerência em suas vidas, ficamos ofendidos e nos afastamos.

Fazemos isso tão naturalmente que nem nos damos conta de como estamos ferindo os outros com a nossa forma de ser e de agir.

Mas, se o mesmo acontece conosco, imediatamente nos colocamos na defensiva repelindo qualquer tentativa que alguém faça para nos moldar ao seu gosto.

E para sobreviver num contexto desses, é preciso exercitar a tolerância para não ferir os outros e nem ferir-se.

É preciso manter o respeito pelo semelhante, aceitando-o como ele é, e não como nós gostaríamos que fosse.

E é preciso que tomemos um pouco mais de cuidado com nossos próprios espinhos, a fim de não ferirmos ninguém.

Agindo assim, todos sobreviveremos e, ao final, teremos aprendido muito uns com os outros, pois, embora essa convivência nos traga um certo desconforto íntimo, ela é necessária para o nosso crescimento mútuo.

***

Jesus, o Anjo dos Anjos, desce ao convívio das criaturas frágeis e delinqüentes, sem destacar-lhes as chagas vivas, não obstante guardar entre elas o objetivo de iluminar-lhes o roteiro.



(Fábula extraída da Revista Presença Espírita)

OBS.: ANA LUZ, CASO VC LEIA ESTA POSTAGEM, PEÇO O FAVOR Q SE COMUNIQUE COMIGO NESTE ENDEREÇO: raquelribeiro_2812@hotmail.com
Abraços!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

"A grande IRRITAÇÃO de ser mulher"


É tantas vezes querer conversar e não conseguir.

É ter a necessidade de colocar as cartas na mesa - por pior que seja o jogo - mas não encontrar um parceiro com a mesma vontade de jogar.

É PRECISAR entender tudo o que está errado entre duas pessoas. TUDO - com todas as letras - mesmo que as letras sejam tortas e chatas. Não importa. Tudo que é chato pode ser jogado fora, contanto que as pessoas entrem em contato com os próprios lixos e estejam dispostas a colocar do lado de fora. Ser mulher é querer reciclar.

Ser mulher é não achar graça em boiar pela vida. É saber que existe a profundidade e querer explorar. Porque aqui em cima é tudo tão pouco! Tão ralo! Tão sem sentido nenhum!

Ser mulher é procurar um homem, mas encontrar um monte de moleques que chamam as conversas entre duas pessoas de ”DDR” (Discussão de Relacionamento), sem a consciência de que auto-conhecimento é a única esperança para que o termo “relacionamento a dois” sobreviva no dicionário.

Ser mulher é entender que intimidade não significa apenas usar o mesmo banheiro. Inclusive porque isto você pode fazer com um total desconhecido no Shoppong Center mais próximo.

Ser mulher é saber que existem homens maduros por aí, mesmo não conhecendo pessoalmente.

Desculpem, garotos! Desculpem aqueles que fogem às regras. Desculpem a todos aqueles que questionaram as regras milenares e saíram por aí procurando por si mesmos.

Infelizmente, a grande maioria dos homens não foi criada para ter contato com os próprios sentimentos, não foi avisada que tem direito de errar e foi treinada a achar que só as notícias do jornal têm importância.

Pena. Que pena! Não pena de mim que sou mulher, mas pena do mundo que responde por este monte de criaturas ensinadas a viver sem consciência. Como se a vida se resumisse a um dia ocupado no escritório com muitas “coisas mais importantes” para resolver.

Resolvam-se a si mesmos e vocês resolvem o resto do mundo. Tentem! É igual comentar a posse do Obama e a Faixa de Gaza. Juro! A única diferença é que vocês vão fazer relações lógicas entre as coisas que acontecem PERTO de vocês - ao invés de analisar os fatos do outro lado do mundo.

Beleza? Que tal? Eu garanto que a dor é suportável.

E as mulheres agradecem, tenho certeza. Pelo menos uma boa parte delas.

Postado por Nick Nicks no Facebook
(Não sei autoria desta mensagem)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

UMA LINDA MENSAGEM!!!


Eu nunca fui uma moça bem-comportada. Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida, pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal resolvido sem soluços. Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo. Não estou aqui pra que gostem de mim. Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho. E pra seduzir somente o que me acrescenta. Adoro a poesia e gosto de descascá-la até a fratura exposta da palavra. A palavra é meu inferno e minha paz. Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que me deixa exausta. Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo. Sei chorar toda encolhida abraçando as pernas. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar...Eu acredito é em suspiros, mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis, em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente. Acredito em coisas sinceramente compartilhadas. Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma, no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo. Eu acredito em profundidades.E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos. São eles que me dão a dimensão do que sou.
(Postado por Helena Lopes)

Se eu morrer antes de você!


Se eu morrer antes de você, faça-me um favor. Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado. Se não quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe. Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão. Se me elogiarem demais, corrija o exagero. Se me criticarem demais, defenda-me. Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam. Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo. Se falarem mais de mim do que de Jesus Cristo, chame a atenção deles. Se sentir saudade e quiser falar comigo, fale com Jesus e eu ouvirei. Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver. E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase : ' Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus !' Aí, então derrame uma lágrima. Eu não estarei presente para enxuga-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar. E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus. Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele. E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele. Você acredita nessas coisas ? Sim??? Então ore para que nós dois vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito. Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Eu não vou estranhar o céu . . . Sabe porque ? Porque... Ser seu amigo já é um pedaço dele !

VINICIUS DE MORAIS

"REVOLUÇÃO DA ALMA"


Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz, sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.



A razão da sua vida é Você mesmo. A tua paz interior é a tua meta de vida, quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remete teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e busque a Divindade que existe em Você. Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de Você.



Não coloque objetivos longe de mais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje. Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te, Você é reflexo do que pensas diariamente. Pare de pensar mal de Você mesmo(a) e seja seu melhor amigo(a) sempre.



Sorrir significar aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor.

Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de Você, e Você estará afirmando para Você mesmo que está pronto para ser feliz.



Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.



Pare de esperar a felicidade sem esforços.



Pare de exigir das pessoas aquilo que nem Você conquistou ainda.



Critique menos, trabalhe mais.



E, não se esqueça nunca de agradecer.



Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor.



Nossa compreensão do Universo ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.



Por fim, acredite que não estaremos sozinhos em nossas caminhadas, um instante sequer, se nossos passos forem dados em busca de justiça e igualdade!!!!



“A grandeza não consiste em receber honras, mas, em merecê-las”



Aristóteles

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

"Aceitação"


As coisas não estavam fluindo como eu esperava em determinada situação e... segundo a minha visão do que deveria acontecer em determinado tempo, eu diria que as coisas não estavam "dando certo".

Fazia Ho'oponopono e nada mudava... Até que uma noite, lendo o livro "As sete leis espirituais do sucesso" li sobre a aceitação... e aquilo serviu como uma luva, era tudo que eu precisava ouvir.
"Hoje aceitarei pessoas, situações, circunstâncias, todos os fatos como eles se manifestarem". Saber que o momento é como deve ser. Dizer a si mesmo: "minha aceitação será total e completa; verei as coisas como são no momento em que ocorrerem e não como eu gostaria que fossem".
... uma ficha caiu... o "não estar dando certo" era o meu julgamento sobre a situação, um julgamento que poderia ser baseado em memórias equivocadas... e esse julgamento não estava dando espaço para nenhuma outra possibilidade além daquela que eu esperava... eu estava resistindo a tudo que não fosse aquilo.

Aceitei o momento... não resistindo ao presente, sabendo que tudo era como tinha que ser e que as coisas poderia estar dando certo... e eu que não estava percebendo. Me lembrei que o nosso desejo da personalidade pode não ser exatamente o que é o desejo da nossa Alma... e, mesmo que em alguns casos fosse, o nosso tempo é muito diferente do tempo natural... e com a nossa pressa... acabamos limitando a ação do Universo, querendo que tudo chegue a tempo e a hora... e quando não chega, logo pensamos que "não está dando certo", criamos resistência e com isso nos desligamos do fluxo natural.
Enfim... quando aceitei completamente a situação, fiquei calma, parece que saiu um peso enorme de dentro de mim que eu nem tinha percebido como estava me afetando.
Quando fazemos Ho'oponopono, somos inspirados a fazer determinada coisa ou somos levados ao que precisamos no momento... Entendi que a Divindade me guiou para ler sobre a aceitação para me mostrar algo que precisava naquela hora.

Alguns dias depois, as coisas fluíram e se manifestaram naquela situação da forma mais perfeita... sem esforço e com leveza... que nem em meus planos mais perfeitos eu poderia imaginar...

Muitas vezes, acreditamos que as coisas só acontecem se percorrerem determinados caminhos, e que leva um tempo certo para que elas aconteçam. Aprendemos assim... mas, para o Grande Mistério não existem limites nem condições.

Julgamos o tempo todo os acontecimentos tendo como referência as nossas experiências passadas, baseadas no que é conhecido, e com isso fechamos a porta para o novo... para o desconhecido.
Quando tomamos para nós a escolha de fazer as coisas do nosso modo, abrimos mão de todas as outras possibilidades, porque limitamos a ação do Universo, quando resistimos ao que Ele nos traz, se aquilo não se encaixa nos nossos planos.

O que chamamos "Milagre" pode fazer parte do nosso dia-a-dia quando estamos em sintonia com o que é natural e simples e podemos nos surpreender com coisas que pareciam impossíveis de acontecer, naturalmente acontecem em um tempo que nem cabe na nossa imaginação...

Aceitar o nosso momento presente é uma chave preciosa... só assim podemos transformar o que é para ser transformado e perceber o que está perfeito como é...

Rubia A. Dantés
FONTE:www.somostodosum.ig.com.br

Perder a razão




Duvido que alguém em sã consciência queira ficar com raiva, ou maltratar alguém. Mas, muitas vezes, fazemos isso. Acabamos agindo de forma impulsiva e dando vazão a uma energia muito ruim que é a raiva e perdendo a razão.

Outro aspecto desta questão, são os sentimentos contidos. Porque não basta não demonstrar uma raiva e ficar com ódio estourando dentro de si. Precisamos, de alguma forma, não sentir raiva, temos que conseguir ficar bem, mesmo quando enfrentamos coisas pesadas e negativas. Aliás, quanto mais pesada for uma questão, mais deveríamos conseguir ficar fora dos ataques de raiva. Mas como conseguir isso, se as reações de raiva são altamente impulsivas? Como dominar os instintos?

Naturalmente, a resposta é acalmar as emoções e serenar o desejo de vingança, e isso não é uma coisa fácil de se fazer. Trabalhando com Terapia de Vidas Passadas, digo isso com bastante segurança, porque vejo inúmeros casos de pessoas que enfrentam esse tipo de desafio vida apos vida. O insucesso no sentido de controlar a raiva e, com isso impedir atos negativos, tem sido uma das molas propulsoras de inúmeras encarnações cercadas de ódio. Mas como os Seres de Luz ensinam, num determinado momento, esse circulo vicioso deve ser rompido, e essa mudança depende de nós. Depende de nossas atitudes e da tomada de consciência. Porque ninguém muda um traço de caráter da noite para o dia. Muitas vezes tendo até consciência de que estamos errados não conseguimos mudar, porque tem algumas forças que são poderosas.

Vi em histórias de Vidas Passadas que junto com as pessoas envolvidas em debates, gritos e discussões ficam vários espíritos obsessores cobrando débitos. Almas aflitas que se comprazem com nosso sofrimento, porque se sentem no direito de cobrar. Energias que querem nos ver sofrer e pagar cada um de nossos deméritos. Mas será que precisa ser assim?

Em tudo, uma sintonia, uma força, e que quando não temos consciência agimos por instinto, mas à medida em que ganhamos luz, acalmamos nossos pensamentos e emoções, as coisas vão serenando dentro e fora de nós. É muito comum uma pessoa que está na condição de vitima de uma história se tornar o algoz por perder a razão.

Este é o caso de Adriana, mulher de meia idade, casada pela segunda vez. Veio me procurar por conta da relação exaustiva e tumultuada com a filha. Logo na primeira sessão, apareceu uma vida em que as duas foram irmãs e competiram pelo amor do mesmo homem. Como ela morreu acreditando que a irmã tinha traído sua confiança, o ódio tomou conta dela e em várias vidas que seguiram, esta moça, de índole pacifica, foi cruel com as pessoas, pesada no julgamento e em várias situações que poderia ter perdoado quis tomar a justiça em suas mãos. Em outra vida, ela foi freira e na tentativa de purificar sua energia, descobriu as orações, mas em contra-partida se tornou radical, perfeccionista exigindo de si mesma e das outras pessoas uma postura sempre honesta e correta. Mais uma vez esqueceu como perdoar, e se colocar no lugar do outro para tentar compreender atitudes erradas.

Adriana estava sofrendo demais por conta de sua forma de ver a vida, tranqüila com os estranhos, mas, em casa, sua vida era um inferno, e quanto mais ela queria direcionar, ensinar a filha, a raiva tomava conta da relação. O alivio aconteceu quando a filha foi morar fora. Muitas vezes se afastar da provocação é uma bênção. Precisamos deixar de lado o desejo de corrigir as pessoas. A raiva acumulada nos transforma em justiceiros implacáveis.

Saber a fonte da raiva ajudará muito na cura desse estado maligno. Todos nós estamos nesse mundo para nos aprimorar. Claro que precisamos nos defender, saber nos colocar, mas não precisamos usar de violência. Como diz o ditado: se rebatermos o mal com mais maldade, acabaremos todos cegos, surdos e mudos...



Por Maria Silvia Orlovas
FONTE: somostodosum.ig.com.br

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Assim como você age seu corpo reage!



Viver no piloto automático, levando seu corpo físico ao extremo de sua capacidade, pode lhe causar problemas físicos e emocionais sérios.
Sua mente governa seu corpo físico e, portanto, é de extrema importância que ela permaneça em equilíbrio.

A correria de nosso dia-a-dia, as pressões que sofremos no âmbito profissional, as relações desestruturadas que podem estar fazendo parte de nossas vidas, podem estar, sem você perceber, direcionando-lhe a um colapso físico.
No plano emocional, precisamos deixar de lado sentimentos negativos, precisamos nos programar para viver com alegria, felicidade, amor incondicional, equilíbrio mental e paz interior em todos os momentos.

No plano físico, é muito importante adotarmos uma dieta saudável, reduzirmos o consumo de carne, eliminarmos as drogas, álcool e estimulantes artificiais, fazermos exercícios físicos todos os dias, respirarmos fundo e tomarmos o máximo possível de sol e ar puro.

O pior para todos nós é vivermos no piloto automático e não controlarmos o nosso foco de atenção. Essa situação se arma da seguinte forma: tenho isso para fazer, aquilo também, fora o que ficou pendente ontem, tudo é urgente e precisa ser feito em um prazo inexistente. Na ânsia de resolvermos tudo para todos, esquecemos de nós mesmos e, com o foco colocado fora de você, o colapso físico se instala sem você perceber.

A vida, neste momento conturbado em que nos encontramos, exige que sejamos detentores de nosso poder pessoal e de autodomínio em cada momento.
Um desequilíbrio em nossa estrutura física que se manifesta na forma de uma doença precisa ser observado! Se houver uma reação sintomática de nosso corpo físico, o questionamento da origem de tudo aquilo deve ser imediato.
Com o intuito de detectar a origem da ação que desencadeia uma reação física ou emocional, a mesa radiônica é um excelente instrumento.

A mesa radiônica foi criada há mais de 20 anos e passou por diversos ajustes, sempre apoiados em princípios divinos, permitindo acessar com ela as mais elevadas dimensões energéticas, propiciando assim as mais variadas pesquisas e diagnósticos.
A mesa radiônica é um ilimitado instrumento de cura quântica, usado junto com o pêndulo e baseado nos princípios da radiestesia, radiônica, psicotrópica e geometria sagrada. Sua atuação se dá no plano físico, emocional, mental e espiritual. Através da mesa podemos diagnosticar e medir as mais diversas vibrações de energia e desse modo fazer o preciso diagnóstico.
Podemos fazer com ela diagnósticos de negócios, relacionamentos, viagens entre outros.
Ela equilibra todas as nossas freqüências de energia e atua nos nossos mais profundos bloqueios, transmutando sentimentos e emoções e trazendo de volta à sua vida a ordem cósmica perfeita.

Há algumas semanas atrás fiz um diagnóstico da seguinte forma:
O relato pessoal indicava já no momento da consulta alguns sintomas físicos instalados que estavam sendo tratados por médicos.
O relato era o seguinte: a pessoa sentia um formigamento nos extremos das mãos e dos pés, contrações involuntárias de musculatura na forma de câimbras ou tremedeiras musculares involuntárias, um tremor e angústia na região do peito, além de picos de pressão que estavam sendo controlados por remédios.
O diagnóstico nesse caso seria para a área da saúde.

Iniciei, então, o equilíbrio de todas as freqüências e depois parti para a verificação dos bloqueios energéticos, como de costume, e nesse caso o que apareciam como bloqueios eram situações emocionais recentes extremamente desgastantes.
Realizei o desbloqueio na mesa radiônica destas situações e solicitei a verbalização de cada situação vivida, pois quando trazemos para a consciência e verbalizamos o ocorrido, a energia do momento vivido se modifica, tornando-se menos densa.
No diagnóstico final, encontrei uma situação de estresse emocional intenso associado a um quadro de ansiedade acentuada. O caminho indicado para a cura, sem interferência no tratamento médico, foi a respiração.

Quando deixamos de respirar de maneira apropriada, o nosso corpo físico desencadeia todos os sintomas apresentados pela pessoa. A ansiedade e o estresse tornam nossa respiração curta e sem a plena e adequada oxigenação de nossos órgãos, fazendo nosso corpo entrar em colapso.

No âmbito médico, este tipo de diagnóstico recebe o nome de tetania, por deficiência respiratória, associada a estresse emocional e ansiedade.
Meditar ajuda a reordenar a mente e acalmar a ansiedade. Melhora o entendimento de objetivos e motivações e equilibra o seu emocional.
A respiração completa realizada na meditação permite a melhora da sua saúde em geral e reduz seu metabolismo, levando a um ótimo funcionamento do corpo físico!
Agora, neste momento, pode estar vindo em nossa mente a pergunta: como meditar?
Tenho uma excelente sugestão que é utilizar a meditação on-line que se encontra disponível na página principal do site www.somostodosum.com.br , na qual você escolhe o tipo de imagem a ser utilizada, o som que deseja ouvir e ainda pode ser guiado na realização da mesma, proporcionando assim foco, para quem não tem o hábito de meditar.

Todo esse diagnóstico feito pela mesa radiônica permitiu à pessoa envolvida perceber o quanto ela estava deixando de prestar atenção nela mesma, o quanto ela estava vivendo a vida dos outros em excesso e, principalmente, à necessidade de modificar a sua maneira de viver, buscando uma qualidade de vida diferenciada. Tudo isso só foi possível com o auxílio da mesa radiônica, que alertou para ação que estava desencadeando o colapso físico e, com isso, a pressão se estabilizou e todos os sintomas desapareceram.
Nesse momento, é muito importante ressaltar que a Radiestesia não interfere no aspecto médico. Portanto, durante toda a fase de diagnóstico, tratamento e mudança de hábitos, o acompanhamento médico se fez presente com todo o seu respeito e importância.
Desse aprendizado, para nossa vida fica o seguinte: somos responsáveis pela nossa qualidade de vida, atitudes nos levam a condições criadas por nós mesmos!

O mais importante é dizer: nunca, mas nunca mesmo aceite a doença como parte de sua vida, se ela se instalou, tente entender o que há por trás dela, modifique hábitos, crie nova maneira de viver e, principalmente, desenvolva sempre um projeto para sua vida.

Quem tem projeto, tem vontade de viver... e quem tem vontade de viver não adoece!
O segredo está em prestar atenção, pois assim como você age, seu corpo reage!

Maria Isabel Carapinha
(FONTE: www.somostodosum.com.br)

Como saber quem eu sou



Como voltar à nossa essência, a quem somos verdadeiramente? Como acreditar que essa pessoa, que convivo por anos, ou seja, eu mesmo, na realidade pouco tem a ver com quem penso ser? Não é simples descobrir quem somos. É um processo que pode levar anos, talvez uma vida inteira, pois sempre estamos mudando, evoluindo, e que bom!

Podemos começar reconhecendo e aceitando as emoções e sentimentos negativos que há dentro de nós, para só depois mudar o que nos faz sofrer. Um caminho muitas vezes árduo, que exige paciência, persistência e, acima de tudo, muita compreensão para conosco. O sofrimento está aí, latejante, presente, vivo, que nos faz querer sair correndo a cada novo problema que surge. O desânimo e desespero se fazem presentes. Mas fugir, reprimir, negar, só faz tudo ficar mais profundo e intenso dentro de nós.
Comece se perguntando quais são os sentimentos que têm sentido nos últimos meses ou anos. Quais são eles? Escreva um por um. Esse passo é importante para que consiga identificá-los. Essa confrontação honesta com o que sente e lhe faz sofrer pode ser o começo de sua libertação desses mesmos sentimentos.

É preciso entender que muitas vezes o conflito que parece advir do externo, na verdade, é apenas o reflexo daquilo que está bem dentro de nós, mas como está bem escondido há anos, sentimos dificuldade em identificá-lo. E assim, muitos de nós continuamos a nos enganar e a sofrer.
Tudo aquilo que sentimos pode ser transformado quando o reconhecemos sem medos ou fugas.

O passo mais importante é esse: aprender a identificar cada sentimento, faça isso todos os dias. Depois exercite identificar a causa, que também não é simples, requer acima de tudo, persistência. Pergunte-se: "o que estou sentindo?" Depois de ouvir a resposta, pergunte: "o que me faz sentir isso?" E ouça a resposta. Isso o levará cada vez mais perto da pessoa que você é.

Culpar os outros, seja este quem for, por aquilo que tem passado ou sentido, nada contribuirá para mudar, por isso é preciso se responsabilizar pela própria mudança, sem esperar que outras pessoas mudem, isso é responsabilidade de cada um, e ninguém pode fazer isso pelo outro. A sua mudança depende exclusivamente de você; a mudança do outro, depende dele. Sim, em alguns momentos temos que aprender a lidar com a sensação de impotência, decepção e frustração que a vida nos coloca. Nem tudo é perfeito, mas se olharmos tudo como aprendizado, teremos outra percepção dos acontecimentos e em conseqüência, menos sofrimento.
Comece a perceber quais situações estão lhe deixando insatisfeito, desesperado, doente. O enfrentamento desses problemas lhe proporcionará uma maior percepção de sua própria capacidade de superá-los.

O autoconhecimento não o faz isento de sentimentos negativos ou sofrimento, mas pode fazer com que lide de uma maneira muito mais saudável com os mesmos. Conforme se conhecer mais e mais, não deixará de ficar triste, chorar, mas quando isso acontecer não lhe provocará mais desespero como provavelmente acontece, haverá muito mais controle e entendimento das possíveis causas, pois estará aprendendo a identificá-las.
É preciso lembrar ainda, que por mais que as pessoas desejem muito ser feliz, a maioria sente dificuldade em se permitir, como se não se sentissem merecedoras e, inconscientemente, acabam por se boicotar em mudar o que é preciso, permanecendo no mesmo padrão durante anos, ainda que à custa de muito sofrimento e dor.

Nunca abandone o desejo de ser feliz, mas para isso é preciso se permitir, sem carregar a sensação de estar fazendo algo errado. Busque sua própria evolução, pois cada um de nós, e ninguém mais, é responsável pelo próprio crescimento.
Evite a todo custo permanecer rígido em crenças, valores, que um dia lhe foram ensinados e vivenciados como se fossem seus, pois na maior parte das vezes eles não lhes pertencem. Quanto mais conseguir identificar o que aprendeu e descartar, libertar ou mudar aquilo que não lhe serve, mais estará perto de quem você é verdadeiramente.

Exercite a flexibilidade, estar aberto a novos valores, deixar fluir seus sentimentos e tudo aquilo que está dentro de você com a naturalidade que o processo exige. Seja verdadeiro e honesto consigo mesmo, como espera que outras pessoas sejam com você.
Neste instante, procure dentro de você quais são seus verdadeiros desejos. Vá lá no fundo, vasculhe tudo, que os encontrará. Não é um caminho fácil, mas quem disse que deveria ser?
Por que assumimos tantos compromissos com outras pessoas e raramente nos comprometemos com nós mesmos? Sabe aquelas atitudes que espera dos outros, mas que raramente você dá a si mesmo? Comece por aí, sendo tão amoroso, compreensivo, carinhoso, leal, honesto, comprometido consigo mesmo, da mesma maneira que é com outras pessoas.

Esse é apenas um dos caminhos para chegar a seu verdadeiro eu, mas no decorrer do processo irá se surpreender com outras maneiras de se conhecer cada dia mais. Afinal, autoconhecimento não tem fim, é algo que devemos cultivar eternamente. Por isso, não importa quando começa, o importante é aprender a se ouvir e acima de tudo, se respeitar. Caso tenha dificuldade nesse processo, procure ajuda de um psicólogo de sua confiança, ele com certeza lhe ajudará.


Rosemeire Zago
(FONTE: www.somostodosum.ig.com.br)